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domingo, 2 de abril de 2017

Tempos duros pedem esperança


Eu sou uma pessoa simples:

Gosto de finais felizes,
Gosto de histórias de superação,
Gosto de ver pessoas felizes,
Gosto de pensar que há sempre esperança...
Especialmente quando os tempos pedem desespero!

Não estou numa época muito fácil da minha vida, na realidade os últimos três meses e os próximos tempos que se avizinham serão uma das épocas conturbadas da minha vida. Eu não lido bem com a incerteza e a insegurança nem com o fracasso. Não sou construída duma argamassa especialmente forte ainda que esteja em contínuo trabalho para mudar isso.

Tendo sempre em tempos maus a ter um momento de tristeza e desespero, mas após esta fase começo a procurar soluções! Sou romântica no pensamento e demasiado idealista, mas prática na procura de soluções.

Eu acredito que somos também a nossa maior limitação e que se decidirmos que os nossos problemas nos definam, ou se ficarmos à espera que as coisas nos caiam do céu nunca vamos conseguir ter as coisas que queremos na vida. Há alturas em que os obstáculos parecem de facto intransponíveis, mas também é verdade que muitas vezes a vontade e o sonho vencem a razão e permitem-nos ir um pouco mais longe do que antes pensámos ser possível.

Acredito pois, que tempos de desespero pedem esperança e que não deve haver desistências dos nossos sonhos da vida, deve existir aceitação do fracasso, análise do erro e implementação de melhorias, para que no próximo salto cheguemos nem que seja um pouco mais longe e aterremos um pouco mais perto dessa terra onde moram os nossos sonhos.

Deixo aqui a história duma mulher inspiradora que não deixou que um enfarte que a "trancou" no próprio corpo a impedisse de ter uma vida com sentido e de conquistar os seus sonhos.




domingo, 8 de janeiro de 2017

Novo projecto: perseguir os sonhos.

Como já tinha dito aqui comecei este ano a tentar fazer uma pausa/redução do meu tempo nas redes sociais. O facebook é uma ferramenta interessante de contacto e actualização (com alguns viés) mas também me roubava demasiado tempo e estava a interferir com as minhas relações próximas de uma forma negativa. Assim o balanço desta primeira semana de redução é muito positivo, tenho conseguido ter mais tempo para descansar, pensar e organizar projectos futuros.

Em relação ao blog, ainda não decidi se vou continuar ou parar não sei, por agora apeteceu-me escrever e por isso faço este post.

Em relação a projectos futuros, como já tinha dito este ano a minha vida profissional vai mudar radicalmente, uma vez que existe uma lei que me impedirá de ser contratada a tempo inteiro pela escola como aconteceu nos últimos 9 anos. Todos aqueles que me conhecem em contexto mais próximo sabem que foi para mim um sonho tornado realidade ir para lá trabalhar e que o meu empenho nos projectos em que me envolvo é sempre máximo.

Assim neste período começo a repensar o meu futuro e os meus sonhos, sou nova (com 32 anos na época actual é-se ainda considerado jovem) tenho ainda caminhos que estão a meio e que gostaria de terminar, mas vejo todo um mundo de possibilidades de áreas que sempre quis explorar pela frente. Eu sou de altos e baixos por isso um dia destes provavelmente vou sentir o oposto, mas hoje estou mesmo a ver isto apenas como uma mudança de direcção programada pelo destino. Algo novo vem aí e há tanto de entusiasmante como de assustador neste pensamento.

Em relação à minha "carreira literária" começarei a colaborar a título voluntário com uma revista que é também ela um projecto de início chama-se: Humanamente e deixo-vos aqui o link.
Este convite veio até mim através de uma antiga aluna a Adriana Costa e estou entusiasmada com esta participação.




Em relação a tudo o resto encontrei ontem umas palestras de um estudioso da psicologia positiva que diz que um dos maiores pressupostos para o sucesso futuro é a  felicidade racional. E é esse o caminho que sempre quis traçar para mim e no qual continuo. A apreciar o bom e a relativizar o mau.


How happy I was if I could forget

  How happy I was if I could forget How happy I was if I could forget To remember how sad I am Would be an easy adversity But the recollecti...